domingo, 30 de abril de 2017

Final UEFA Futsal Cup - Sporting perde em filme de terror espanhol

Nada faria prever que o Sporting perderia hoje na Almaty Arena por um resultado tão desnivelado. Mas a verdade é que a nossa equipa de futsal, que ainda na meia-final havia sido brilhante, nunca chegou verdadeiramente a entrar no jogo para disputar a final pelo troféu tão ambicionado.

Independentemente da indispensável análise interna que se venha a fazer, é importante agora recuperar o ânimo e preparar a equipa para as importantes responsabilidades que ainda tem pela frente.


quinta-feira, 27 de abril de 2017

O exemplo

Não surpreende que a iniciativa, mesmo que involuntária e circunstancial,  parta dos jogadores. São eles os interpretes, cabe-lhes "defenderem o seu pão". Falta agora o exemplo dos adeptos. Ao invés de irem atrás das "lendas & narrativas" dos dirigentes temos é que lhes exigir, contenção, respeito por nós e pelo jogo. E não apenas o indispensável desanuviamento do ambiente poluído e pesado mas também processos transparentes e as mãos limpas.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Tristeza

Nota: este post é da autoria do 8.
 
Vivo o desporto há muitos anos. Primeiro na minha inocência infantil, depois crescendo e apercebendo-me da realidade do fenómeno desportivo nas suas muitas vertentes.

Vi, e vivi, muitas realidades verdadeiramente grotescas, que devido ao déficit de informação, não se repercutiam, ficando restringidas a quem participava e assistia, e, mais ou menos, rapidamente eram esquecidas.

Com a passagem dos jornais desportivos a diários e o aparecimento das transmissões diretas da televisão, começaram a ganhar evidência muitas das situações que anteriormente não tinham repercussão. E a opinião pública começou a perceber que nem tudo o que envolvia o desporto era transparente e límpido (lícito).

Com o incremento das redes sociais e dos programas de TV dos chamados “paineleiros” o desporto entrou em roda livre. Qualquer “anónimo” pode montar uma peça, com as imagens que lhe convêm, e disparar para tudo o que é sítio da net, e passadas umas horas já temos uma verdade indiscutível.
Sobre os programas de debate relativos ao futebol e seus acessórios, aí é impossível ter qualquer palavra positiva. Começando pelos “moderadores”, que acredito que pretendam ser isentos mas que, tal como todos nós, têm as suas tendências clubistas, e além disso deixam-se influenciar (dominar) por alguns dos intervenientes nos debates.

Depois, os representantes dos clubes. Alguns vão para os programas sem qualquer preparação específica, outros preparam-se mais ou menos, e por fim aparecem os representantes do CDT (Controlador Disto Tudo) que recebem a cartilha para o que têm de repetir até à exaustão.
Curiosamente vemos comentadores do Sporting e do Porto que, além de se perceber que não trazem nada preparado, não são alinhados com os Órgãos Sociais do respetivo Clube. Já os representantes benfiquistas…

Alguns destes programas de TV também têm os seus comentadores “independentes”. Estranhamente entre estes estão uns “isentos” que também estão formatados pela Santa Cartilha, sendo que o seu autor também aparece como “isento” num desses programas.

Depois deste escândalo com a Cartilha do que estão à espera os diretores de informação destas estações, para fazerem uma limpeza nestes comentadores, quer “isentos” quer clubistas, para que os programas tenham condições de continuar?

De que estão à espera os responsáveis máximos das estações para mandarem acabar com esses programas?

Considero que muita da violência que lavra no futebol, e restantes desportos, em Portugal se deve à irracionalidade e violência verbal com que se debate nesses programas. Não só, mas também. Logicamente que os Órgãos Sociais dos clubes também têm muuuuuiiiiita responsabilidade.

Neste campeonato SLB é o indiscutível e o mais destacado campeão

No campeonato dos assassinatos o SLB conta já com dois títulos. O resto* é conversa para boi dormir.

Neste resto cabe muita coisa, inclusive o facto de não haver inocentes neste atoleiro em que o futebol português se vai transformando. E TODOS, uns mais do que outros, somos responsáveis. E também é verdade que todos, também uns mais do que outros, temos a possibilidade de mudar isto, assim o quiséssemos.

Há que dizer isto  com clareza: há uns mais responsáveis do que outros. E esses são os dirigentes do futebol português. Os dos clubes claro, que vão fechando os olhos ao monstro que vai crescendo sob os seus tectos e que muitas vezes é "alimentado à mão" pelos próprios nos discursos e nas marionetas que manipulam nos média e nas redes sociais.

Também os dos eleitos que tutelam o desporto, mas preferem só sair dos gabinetes para aparecer nas fotografias. E também e de forma muito directa os responsáveis federativos, em particular os que administram a justiça (?) desportiva.

Mas o exemplo extremo da sonsice e simultaneamente da impunidade está no comportamento do SLB. Sem nunca se demarcarem verdadeiramente do episódio que vitimou Rui Mendes numa final da Taça de Portugal e cujas claques elegeram como cântico, são a imagem acabada da apologia da morte quando fazem de conta que não veem e não ouvem nada.

Por isso o discurso de sábado de LFV soa a oco e é o melhor exemplo do incendiário vestido que veste à pressa com uma farda de bombeiro para aparecer em frente às câmaras e microfones.  É preciso muito desfaçatez e ser muito "cara de pau" pretender dar lições de civismo e honradez quando as claques do clube que representa tinham acabado de interromper o minuto de silêncio pela memória do adepto falecido - de quem também não se lembrou - com um cântico que evoca precisamente a morte de um adepto do Sporting como se de um título importante se tratasse.

domingo, 23 de abril de 2017

sexta-feira, 21 de abril de 2017

O derby onde não se jogará apenas um título

Não há derby's com pouca importância. Ainda que o próximo, a disputar no próximo sábado, não fosse decisivo para a atribuição do titulo, haveria um sim fim de dados a compilar e adicionar à já longa história  que se vai escrevendo desde 1 de dezembro de 1907.

Foi então, em Carcavelos, onde jogava o Sport Lisboa, que o primeiro encontro aconteceu. O facto do Sporting se ter apresentado com oito ex-jogadores do adversário seria um dos muitos pontos de ignição da combustão permanente de rivalidade em que os embates entre os dois emblemas se confundem com a história do futebol português. 

Para o Sporting pouco ou nada se poderá alterar de verdadeiramente significativo no que diz respeito à história deste campeonato. O terceiro lugar é cada vez mais a linha limite que se desenha no horizonte. Mesmo a tão útil como necessária qualificação directa para Liga dos Campeões, por via do segundo lugar, parece de todo improvável, atendendo a que já não há confronto directo com o FCPorto. A possibilidade da equipa de Nuno Espírito Santo perder o conforto dos cinco pontos que ainda detém em cinco jornadas é possível mas pouco provável.

Assim, o próximo dérby será acima de tudo para o Sporting um jogo pelo brio e pelo orgulho do seu próprio palmarés. Isto porque não me parece provável que haja danos ou proveitos reais que se possam estabelecer na próxima temporada a partir do resultado final deste jogo. Mas, emoção, orgulho e brio são precisamente os principais temperos destes embates. E aqui há pelo menos um castelo a defender nesta história já secular de conquistas e desaires: impedir a entrada do rival no clube exclusivo dos tetracampeões. Um lugar que durante várias décadas foi apenas do Sporting e que agora tem de compartilhar com o FC Porto. 

Historicamente o papel de demolidor de "sonhos do tetra a vermelho" tem até agora sido bem sucedido. Apesar de ser o clube mais titulado do nosso campeonato, o titulo de tetracampeão continua por alcançar. Até hoje o SL Benfica viu-lhe ser negadas todas as hipóteses (cinco) de conquistar um lugar cativo nesse clube tão exclusivo.

Na primeira oportunidade, depois de conquistar os títulos das épocas de 35/36, 36/37, 37/38 o clube da Luz nem sequer discutiu o título, que havia de ser ganho pelo FC Porto, com o Sporting a quedar-se apenas menos um ponto.

A primeira grande disputa ombro a ombro havia de acontecer na época 65/66. O Sporting era então o único tetracampeão, por força dos campeonatos de 1950 a 1954, pelo que luta foi feroz. Ao vencer em Alvalade a sete jornadas do fim, o SLB ficou apenas a um ponto, mas os nervos de aço dos pupilos de Otto Glória e Juca acabaram por manter a tetra-exclusividade até ao final. 

O Sporting pareceu então especializar-se na defesa dos seus pergaminhos, pois foi novamente a barreira que se ergueu aos sonhos mais rubros dos rivais em 73/74. Na até agora derradeira possibilidade para os da Luz, foi o FCPorto que se entrepôs aos desejos benfiquistas, quando em 77/78 ganhou finalmente o campeonato, após 19 anos de jejum.

Desenha-se agora uma nova oportunidade para o seu eterno rival. Se um derby por si só já encerra todos os ingredientes necessários para a motivação dos jogadores, o que se disputará no relvado será um novo e suculento pedaço na história de uma rivalidade secular.

Há história que se escreve em cada decisão acertada e em cada erro ou falha. Defender a porta de entrada do seu clube exclusivo de tetracampeões é a derradeira tarefa de Jesus e dos seus comandados para o que resta da época. E nestas questões de história e de palmarés jogam-se valores que rivalizam com a conquista de títulos.

Nota: este artigo foi escrito para o site Fair-Play, do qual sou colaborador.

quinta-feira, 20 de abril de 2017

O imbróglio Gauld & Geraldes

Alguém terá ficado realmente surpreendido com as queixas de Freamunde e Leixões relativamente à utilização, pela equipa B, de André Geraldes e Ryan Gauld? Creio mesmo que a única coisa que faltava saber era o nome dos reclamantes. Isto, porque tal como sucede todos os anos, assim que o espectro da descida começa a produzir vertigens às direcções dos clubes aflitos, estas, qual náufragos, agarram-se a tudo o que pode garantir-lhes a sobrevivência. É certamente isso que os clubes acima referidos estão a fazer, veremos se não haverá mais a associar-se.

A este propósito há já várias teorias a decorrer. Por exemplo, no jornal "o Jogo" diz-se que o Sporting "tem na sua posse um parecer da diretora-executiva da Liga, subscrito em janeiro por um consultor jurídico da mesma entidade, que diz que os jogadores André Geraldes e Ryan Gauld podiam jogar pelo Sporting e por mais nenhum clube no restante da temporada." Espero que tenha mais do que isso.

Atendendo ao que dizem os regulamentos (e salvo melhor opinião) o Sporting tem que ter instruído devidamente os processos e possuir uma comunicação expressa da Liga a comunicar o deferimento da inscrição.

Artigo 75.º Inscrição e licenciamento

19 - A participação de jogadores em competições oficiais depende de comunicação da Liga do deferimento da inscrição.

Mas uma vez que os jogadores haviam sido cedidos temporariamente ao Vitória de Setúbal tem que se levar em conta o que é dito no

Artigo 78.º Cedência temporária e transferências 

4. O jogador cedido só poderá voltar a ser inscrito e representar, na mesma época, o clube cedente, em caso de cessação do contrato de cedência por: 
a) caducidade;
b) incumprimento do contrato de cedência pelo clube cessionário; 
c) mútuo acordo das partes. 

5. Para efeitos do disposto na alínea c) do número anterior, não são admissíveis quaisquer cláusulas que prevejam a possibilidade de, por iniciativa unilateral do clube cedente, ser imposto ao clube cessionário o termo do contrato de cedência antes do prazo contratualmente fixado.

Aqui residirão as principais dúvidas relativamente à utilização dos jogadores:

O Sporting tem a o documento da Liga a deferir a utilização dos jogadores?

O Sporting conseguiu chegar a acordo com o Vitória de Setúbal?

Esta parece-me ser a interpretação correcta dos regulamentos, e que vai de encontro ao que Alexandre Mestre já tinha adiantado à revista sábado em 31 de Janeiro [LINK], aquando do fecho do mercado de inverno. 

Da sua leitura fica também claro que a tentativa de "exportação" dos jogadores para o Chaves foi feita com total desconhecimento dos regulamentos, o que deixa a claro que há ainda muito a fazer na qualidade da assessoria da SAD, ou que a decisão foi tomada sem a respectiva consulta. É para isso que pagam aos assessores.

De uma forma ou de outra estas são situações a evitar, para que se produzam as melhores decisões e que não se exponha o clube ao ridículo. Nos  dias que correm uma situação como estas é muito difícil de ocorrer em clubes de menor dimensão e pergaminhos.

Embora antecipe que o caso se prolongue, por força do tempo que habitualmente o CD da LIGA consome na análise destes processos, ao que acrescerá o dos inevitáveis recursos, como sócio e adepto do Sporting não consigo imaginar outra coisa que não seja a observação escrupulosa dos regulamentos e tudo isto não passe de fumaça e do habitual esbracejar dos aflitos.

terça-feira, 18 de abril de 2017

Cartilhas & Cartolas

A recente revelação do guionista da tragicomédia que semanalmente invade os ecrãs dos portugueses, descritos eufemisticamente como programas de futebol, sobressaltou muita gente, fazendo escorrer muita tinta e secar muitas gargantas. Alguns, de forma ingénua, julgaram estar na presença da tão esperada confirmação da existência de articulação entre a paineleiragem (neologismo para definir grupo de paineleiros) benfiquista, quando ela já estava à vista de todos há muito tempo.

O triunfo dos porcos
Há que o dizer com clareza e sem eufemismo: a estratégia lançada por Luís Filipe Vieira para o audiovisual está a ser bem sucedida. Dentro do género que se pretende para aquele formato, tem os melhores paineleiros e são frequentemente os "mais bem" documentados. Tanto assim é que não apenas obrigaram os canais a distribuir uma ração com a sua própria marca, como submeteram os rivais, Sporting incluído, à sua estratégia. Marcando a agenda mediática, obrigam-os (nos) a reagir semana após semana, impedindo-os assim de marcarem a opinião pública com as suas próprias matérias e interesses.

As consequências estão à vista de todos: o ódio e o rancor saltou dos ecrãs para os estádios, ficando-se para já pelas bancadas. Receio que o espectáculo inqualificável dado pelas claques em diversas ocasiões é apenas o principio. Para quem como eu "fugia" de casa com apenas nove anos para ir ao futebol e era "perfilhado" por um coração piedoso que me "arrastava para dentro do estádio sem me perguntar sequer de que clube era o que se vem assistindo e anunciando é abaixo de deplorável.

O dragão ainda respira
Para os que há muito propalam a morte do dragão tal qual Pinto da Costa o pariu há 35 anos ficou aviso de que talvez o anuncio seja exagerado. A primeira ferida de alguma profundidade foi deixada pela prova de vida que a revelação do nome de Carlos Janela acabou por constituir. Associado ao reaparecimento na luta pelo titulo ficou o aviso de que um dragão, mesmo que obnubilado  pelos negócios e anestesiado pelo sucesso, ainda pode fazer estragos até ao último extertor que anunciará em definitivo o fim de uma era.

Leão que não lidera não é rei
Infelizmente o Sporting deixou-se aprisionar na estratégia do arqui-rival. Ao invés de agir, limita-se a reagir. E ao fazê-lo o melhor que consegue é acentuar e dar visibilidade às matérias que o rival vai impondo. Só encontro duas explicações para isto e nenhuma delas é boa para o Sporting:

1- O Sporting não tem estratégia e limita-se a navegar pela espuma mediática em função do "sumário da lição do dia".

2- A cartilha é até conveniente para ao status quo leonino. Enquanto os Sportinguistas andarem entretidos a seguirem estes "bate-bocas" permanentes e seguirem esta procissão de horrores com devoção não discutem o que verdadeiramente interessa. E como a resposta é normalmente pavloviana, e por isso pouco reflectida, lá se vai lendo que nunca o Sporting foi tão bem defendido como hoje. 

Pena é que os resultados desportivos sejam mais ou menos os mesmo e tudo o que há para fazer nas cadeiras do poder das instituições ou até mesmo em matérias de "governance" do clube permaneça mais difícil de mover que aproximar o Minho da Estremadura. Depois de esgotado o "dossier croquetes" por estes se apresentarem novamente abundantes em Alvalade, o apontar das anti-áreas às águias arqui-rivais não podia ser mais conveniente. Pena é que elas continuem a voar a seu bel-prazer.

Que influência teve a dita cartilha na definição dos resultados desta época ou mesmo da época anterior?  Só três exemplos, sendo o segundo e terceiros mais óbvios que o primeiro e reconhecendo desde já o caracter especulativo deste:

1- Tivesse o Sporting gerido melhor os dossiers "Montero", "Teo Gutierrez", "Barcos" não teria conseguido outros resultados que lhe garantissem outra segurança para o dérby que o ano passado ditou o vencedor do campeonato?

2- Que influência poderia ter tido a cartilha nos resultados desta época se o Sporting tivesse sido mais eficiente nas diferentes janelas de mercado, especialmente a de verão, mesmo que o Pedro Guerra se desfizesse em bilis várias vezes em directo?

3- Vimos recentemente BdC dirigir-se à LIGA, solicitando alterações a um regulamento que foi aprovado com o beneplácito do Sporting, em que este demonstrou não estar inteirado das repercussões do que aprovava. Que garantias têm os Sportinguistas de não haver mais ligeirezas semelhantes e em matérias de maior relevo?

Pode até ser popular e conveniente a muitos cartolas (de todos o clubes...) falar da cartilha para os adeptos não olharem para os seus próprios quintais, enquanto destratam o futebol com total impunidade. O seu horizonte termina no umbigo e no poder momentâneo.

Não podendo o Sporting alhear-se do que se passa à sua volta, é claro para mim que o sucesso começa naquilo que fazemos em casa. Porque o Sporting sabe, há já anos, talvez décadas, que tem de ser quase perfeito no que faz dentro e fora do campo para poder interromper o ciclo de insucesso. E tem estado longe de o ser.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

O dérby ajudará a preceber se chegou ao fim a longa pré-época

Com a quinta vitória consecutiva o Sporting dá indicações de ter atingido um ponto de estabilidade e consistência no seu jogo. Será assim ou é apenas o alinhamento favorável do calendário nestas cinco vitórias (Tondela, Nacional, Arouca, Boavista, Setúbal)?

A pergunta justifica-se porque, se olharmos com atenção aos pontos perdidos até agora, ressalta à vista a dificuldade que o Sporting revelou este ano, por comparação com o anterior, em ultrapassar as melhores equipas da prova. Pontos perdidos com Guimarães (4) Benfica (3) Porto (3) Braga (3) Chaves (2) Marítimo (2) revelam uma certa impotência para lidar com os melhores apetrechados do campeonato. 

Aparentemente Scheloto e Marvin estabilizaram ao melhor nível que se poderá esperar deles. Os centrais parecem ter recuperado o melhor entendimento, onde se havia construído muita da consistência da equipa da época passada.

William parece regressar ao seu melhor nível, Adrien, o imprescindível,  regressou de mais uma lesão (falta apurar a "responsabilidade do Europeu" nas lesões e abaixamentos de forma...), Bruno César estabilizou o seu jogo com a estabilização na sua posição, assumindo-se como fornecedor de Bas Dost.

O holandês tem provado que, numa equipa que se lembre dele e o sirva com qualidade, é ponta-de-lança para oferecer meio-campeonato. E tivesse sido este o "este" o Alan Ruiz que contratamos e não seu irmão siamês mais pesado...


Embora os dérbys tenham um carácter excepcional, pela rivalidade e pelas emoções associadas, o próximo jogo ajudará a perceber melhor se Jorge Jesus está finalmente a descobrir a equipa mais forte equilibrada ou se, em tom de eterna pré-época, continuará à procura do caminho pelas pedras.

terça-feira, 11 de abril de 2017

De cartilhas percebe ele. Nenhuma dúvida sobre isso.

Em condições normais seria grotesco vermos dirigentes do Sporting, em particular o seu presidente, acusar clubes rivais de prosseguir políticas de comunicação obedientes a "cartilhas". No entanto, a coisa deixa de ser grotesca a partir do momento em que este Sporting é uma autoridade na matéria. Tenta sê-lo, pelo menos, julgando pela quantidade ridícula de recursos e de tempo que afecta a agências e plataformas de comunicação.
Se não considerarmos as centenas de milhares de adeptos do Benfica evidentemente interessados no seu clube, será justo presumirmos (a partir das aparências) que somente Bruno de Carvalho, Nuno Saraiva, o ex sogro de Bruno de Carvalho Jaime Marta Soares, bem como uma quantidade mais ou menos incerta de acólitos sportinguistas, estão interessados no que o Benfica ou os seus comentadores têm para dizer sobre os assuntos que normalmente rodeiam o futebol em Portugal.
Já os sportinguistas que não vivem o clube como se de um pequenino culto se tratasse, exibem uma saudável e relativa indiferença para aquilo que o Benfica ou outros fazem, não fazem, dizem ou deixam de dizer.
Fazendo o seu campeonato, independentemente de mais nada, se o compararmos com 90% dos clubes com os quais compete e disputa pontos, contando com os seus adeptos (até há uns anos éramos sensivelmente 1,2 milhões em território português), e tendo à sua disposição uma quantidade formidável de recursos na comparação com esses emblemas, o Sporting para prosperar e para crescer precisa essencialmente de olhar para aquilo que faz. Não precisa de olhar para aquilo que os outros fazem. Tal qual um vulgar lampião ou um lagarto ridículo, Bruno de Carvalho não o compreende. Pior, jamais o compreenderá porque embora prejudicial aos interesses do Sporting, a actual narrativa beneficia os seus interesses pessoais. Com desapego por uma postura minimamente inteligente, coerente e decente, o discurso esquizofrénico que actualmente vemos relativamente ao Benfica é um si mesmo uma "cartilha" e faz, evidentemente, parte do pacote de propaganda que Bruno de Carvalho trouxe para o Sporting. Neste, inclui-se a permanente agressão psicológica que visa carregar na existência de um inimigo externo. Para este efeito o Benfica não é o único. Os próprios sportinguistas já foram, são, serão alvos da "cartilha".



Devidamente fomentada, em especial nos momentos ou nas épocas marcadas pelo insucesso, a existência e a diabolização desse inimigo externo ajudará a garantir a sobrevivência do presidente do Sporting e do restante bando de anormais que o rodeia.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Castigos & Queixinhas

Castigo

Bruno de Carvalho foi castigado por declarações que, segundo entenderam por unanimidade os elementos que compõem a Comissão de Disciplina, ofenderam a honra e a reputação dos visados, nomeadamente Vitor Pereira.

Atente-se às referidas declarações:

"Os jogos não se jogam dentro das quatro linhas"

"Gosto pouco de estar a brincar ao futebol. O Senhor Vítor Pereira já ultrapassou todos os limites do ridículo"

"Inacreditável... A pressão aos árbitros já mete nojo! Querem provocar o pânico aos árbitros nos jogos que arbitram do Sporting e ainda passar a mensagem que os jogadores do Sporting têm de estar a ser sempre punidos. Vítor Pereira já não perdeu só o bom senso a nomear, já perdeu toda a noção do ridículo!"

"(...) falta de critério e bom senso em muitas nomeações este ano, nunca sendo de atribuir a culpa aos árbitros porque estes apenas são nomeados. Tem sido claro que após conflitos públicos existentes entre a instituição Sporting e alguns árbitros, no que diz respeito à sua atuação menos positiva, os mesmos têm sido constantemente escolhidos para arbitrar jogos do Sporting numa perfeita afronta ao clube e num total desrespeito com a própria defesa do respetivo árbitro"

"Significa apenas o total desnorte e falta de bom senso daquele que devia decidir em prol do futebol e da classe dos árbitros: Vítor Pereira"

"São exemplos e factos concretos de que o futebol continua a ser jogado fora da quatro linhas, de que a forma como é feito já nem sequer é velada"
Para alguém que, como eu, não é jurista, só as afirmações, sem nada que as comprovem, de que o futebol não é jogado dentro das quatro linhas e a "colagem" de Vítor Pereira a pressões aos árbitros, se enquadrariam naquelas faltas. O resto parecem-me mais enquadrar-se em matéria de opinião. E aí, no que diz respeito a Vitor Pereira, eu seria até capaz de dizer pior. Muito pior... 

No que diz respeito ás pressões e do futebol ser jogado fora das quatro linhas, como adepto não tenho dúvidas que são um facto. Mas também é um facto, que não pode ser desprezado, eu não sou presidente de nenhum clube, não estou por isso sob alçada disciplinar da FPF.

Ao contrário de Bruno de Carvalho, (e ao contrário do que escreveu no Facebook "O Conselho de Disciplina pode exercer o seu poder disciplinar no âmbito desportivo, mas não tem qualquer poder sobre mim como Presidente do Sporting CP nos planos societário ou associativo, e muito menos sobre mim enquanto cidadão.") porque é como presidente da SAD e eventualmente até como presidente do clube (que detém a SAD) que está sob alçada disciplinar da FPF.  

Considerando tudo isto, pode-se concluir que há razões para o castigo, importando perceber, até pela extensão da pesada pena, se o regulamento tem sido aplicado com igual rigor e critério a TODOS os que infringem o que nele está estipulado.

Tal como as demais regras do futebol, as regras disciplinares têm que ser respeitadas quando se decide ir a jogo. Os actuais regulamentos foram votados na Liga pelo Sporting e posteriormente plasmados nos de natureza semelhante na FPF. O Sporting ou consegue fazer a sua alteração, ou não tem outro remédio senão respeitá-los. A alternativa é abandonar os campeonatos. O restante é folclore para alimentar as primeiras páginas de jornais, ou para desviar a atenção do que realmente é importante.

Queixinhas
Na sequência deste castigo, o Sporting decidiu entrar no campeonato das queixinhas. De forma algo surpreendente, se atendermos ao que Bruno de Carvalho ainda há poucos dias dizia [LINK] sobre o a actuação do nosso rival. Este comportamento incoerente, ao modo de Frei Tomás, não é bom para o Sporting nem é bom para o futebol.

Não se pense por isso que entendo que o clube não devia fazer nada. Entendo, isso sim, que não se deve limitar a imitar o que os outros fazem de mal, ainda por cima quando previamente condenamos esse comportamento. 

Concordo que não é fácil lidar com os LFV's e PdC's [LINK]. Mas se a ideia é sermos iguais estamos a alienar uma parte importante do nosso património, que é a ideia de exclusividade da nossa identidade do nosso clube. Foi certamente isso que esteve na origem da escolha que a maior parte dos Sportinguistas fizeram para eleger o Sporting como o clube da sua vida.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Arouca 1 - Sporting 2: à espera de um "reset" fisico e mental

Exceptuando os dois pontos obrigatórios, o jogo em Arouca não serviu para quase nada.

- Não serviu para o único objectivo longínquo que ainda nos resta, que é ajudar Bas Dost a conquistar o titulo de melhor marcador. Não serviu nem se percebe o que foi preparado nesse sentido, tal o "esquecimento" a que ele foi votado pela equipa.

- Não serviu para ajudar a preparar a equipa para próxima época, oferecendo tempo aos jogadores que Jesus entende que "têm talento mas falta de experiência tática" (palavras do próprio). Que melhor laboratório pode esperar um treinador que fazer jogos oficiais sem a outra pressão de ganhar que não seja o brio profissional e o estatuto do clube? (A este propósito vale a pena ler o Cantinho de Morais).

Para o futebol em geral também foi uma oportunidade perdida. O preço dos bilhetes num jogo numa cidade cujas acessibilidades ficaram por terminar algures a meio da Serra da Freita, é inaceitável, como lembra, entre outras peripécias, o meu amigo Pedro na Bancada de Leão.

É cada vez mais evidente que esta equipa está à espera de um reset físico e mental. Pelas declarações, parece também óbvio que Jorge Jesus não só anda à procura do botão, como também deve executar para si mesmo procedimento idêntico.




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