quinta-feira, 30 de junho de 2011

Sorteio da Liga: 1 problema para fechar o campeonato

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Sem prejuízo de uma análise mais profunda sobre o resultado do sorteio do calendário acabado de realizar há pouco na sede da Liga no Porto, é notório o agendamento dos jogos grandes para o último terço de cada uma das voltas. 

Não se pode dizer que a sorte nos tenha voltado as costas - por falar nisso o nosso secretário técnico esteve presente?... - tendo em conta que, tendo nós necessidade de criar rotinas os jogos aparentemente mais difíceis, temos dois terços para afinar a estratégia. Isso claro num mundo ideal, que está longe de ser a Liga portuguesa. 

Parece-me bom começar em Alvalade com o Olhanense. Trata-se de uma equipa bem orientada, que poderá apresentar no seu onze vários jogadores em quem depositamos esperança de virem a fazer história de leão ao peito. Razão mais que suficiente para no dia 14 de Agosto o estádio estar cheio, a marcar o regresso do Sporting que tanto desejamos. 

Obviamente que não antevejo facilidades. Mas prefiro acreditar que quem tem um grande problema para resolver nas jornadas finais, pelo menos tão grande como o nosso, é o SLB, o FCP e SCB.

Em frente Sporting, como dirá o Hugo.

Aguiar por um novo caminho?

Não sabemos quais vão ser resultados porque esses são impossíveis de garantir, mas parece-me indiscutível que o Sporting está, no que diz respeito às aquisições, a guiar numa direcção diferente das últimas temporadas, de uma forma mais pensada e dentro de uma lógica que parece coerente, pelo que é legitimo esperar melhores dias.

Isto não invalida a minha impressão que dentro de casa podíamos explorar virtudes que agora parecem ter sido adiadas. Nem a minha a ideia que se está, mais uma vez, a discriminar quem está e quem chega no que aos mais novos diz respeito.

Mas esta é altura não de balanços finais mas pontuais, de acordo com o que vai revelando do futuro próximo do plantel principal do Sporting.

Super Boeck?
O caso da contratação de Marcelo Boeck é um bom exemplo por comparação ao que se fez o ano passado com a opção Hildbrand. Boeck não é Super mas é um dos melhores no seu posto no campeonato nacional, serve perfeitamente para completar o trio de guarda-redes com qualidade suficiente para fazer o lugar em caso de necessidade e por um preço certamente razoável. Para lá disso permite libertar Golas para empréstimo, de forma a continuar a crescer, que é o mais importante neste estágio da sua carreira. Convém ainda não esquecer que a opção Hildbrand podia ser ainda mais ruinosa do que apenas o muito dinheiro dispendido em ordenados ( o alemão entrou para o top da folha salarial): esteve por um triz atirar pela porta fora os milhões que todos agora dizem que  Patrício vale.

Aguiar o meio campo
Sou fã do futebol de Luís Aguiar, mesmo reconhecendo-lhe algumas limitações. É uma boa solução para o meio-campo, com mais nervo que Zapater, por exemplo, e pode muito bem ser a solução para os primeiros tempos do campeonato e Liga Europa, com a mais que provável ausência e menor disponibilidade de Matias, por força da sua participação na Copa América e que há 6 anos não tem férias. Não tem a classe do chileno, nem do seu compatriota Valdés, mas também é verdade que, em termos colectivos, tem muita maior disponibilidade para atacar e defender que qualquer um dos outros dois antípodas do seu continente.

Diego (ainda não está) Rubio
Interessante aposta num dos jovens mais falados do continente sul-americano, muito por força da sua aparição fulgurante no Colo-Colo onde, com apenas 18 anos, fez golos (5) quer no campeonato, quer na Libertadores. Mas do fulgor ao eclipse foi um ápice, demonstrando que, tal como a idade o faria suspeitar, tem ainda muito milho para roer, mesmo sem que isso anule o seu estatuto de JEP (jovem de elevado potencial). Ao contrário do que se chegou a pensar não foi convocado para a Copa América, a que não será alheio o facto de ter deixado a titularidade no Colo Colo. Mas é um dos meninos queridos no Chile, a imprensa dispensa-lhe atenções de craque – quem sabe não está aí uma das razões do seu ocaso – e tem em Lisboa e no Sporting uma mini colónia de compatriotas e de vizinhos sul-americanos para o ajudar a crescer.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Trezeguet e segredo da escolha

O nome de Trezeguet voltou a ser relacionado com o Sporting, depois de no ano passado Costinha o ter tentado contratar, acabando por se justificar com a falta de meios para o inêxito da operação. A propósito, há poucos dias GL explicava ao antigo director que os meios encontram-se com competência...

Ontem na conferência de imprensa de apresentação de Onyewu Carlos Freitas acabou por deixar implícito que não havia proposta do Sporting para a contratação do avançado francês. Não será propriamente por falta de valor de Trezeguet, mas os custos envolvidos na operação (ordenados e prémios de assinatura) devem ser dissuasores para a aquisição de um jogador que até poderia ser interessante, tendo em conta o rendimento que a sua carreira ostenta nos mais diversos clubes onde passou.

Não sendo Trezeguet, (convenhamos que o nome é até demasiado fácil...) quem será o nome para o lugar que todos creêm estar ainda em aberto num dos lugares mais difíceis de preencher?  

Já não faltará muito para se saber, segunda-feira é já ao virar da esquina. Espero desde já que o foco não seja apenas no peso e na altura. A ser assim deixaremos de fora os poucos Liedson´s, Acosta´s, Manuel Fernandes´s e, se quisermos, Falcão´s que ainda possam existir,  arriscando-nos a ficar com Ouatara´s ou Caicedo´s. Ou na aposta num consagrado na pré-reforma, sem outra vontade senão cobrar o cheque ao fim do mês.

Muita da sorte da próxima época será jogada na escolha do futuro ponta-de-lança.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Onyewu e as novas relações com a comunicação social

Ao tornar hoje oficial a contratação de Oguchialu Chijioke "Oguchi" Onyewu - Onlyou para os amigos e com a devida vénia à ana - o Sporting marca uma diferença significativa para um passado recente nas relações com a comunicação social. 

Isso é notório a dois níveis: (i) apesar de antecipada a possibilidade da contratação do norte-americano, ela  foi confirmada hoje apenas pelo clube, o que revela que Alvalade deixou de ser uma extensão da Av. da Liberdade para os senhores jornalistas, medida que há muito era reclamada pelos sócios e adeptos. 

Por outro lado, e talvez de forma menos evidente, porém não menos importante, o clube torna a possibilidade de voltar a ouvir as habituais calinadas nos relatos dos seus jogos de futebol numa hipótese mais remota. (Ou não...) (ii) Ao preocupar-se em contratar jogadores cujo nome obriga a grande atenção  na dicção - Wolfsvinkel, Stjin Schaars, Oguchialu Onyewu - o Sporting contribui para uma melhor prestação dos profissionais do ramo, uma vez que se espera que uma subida dos níveis de concentração permitirá a melhoraria significativa dos relatos e comentários que frequentemente nos arrepiam os dentes até às raízes.

Onyewu será o nosso "yes we can"?

O jornal "ABola" já dá hoje como certa a contratação de Onyewu, jogador internacional norte-americano, um armário ( 1,96m e 95Kg) que chega carregado de elogios dos mais diversos quadrantes. A unanimidade à volta da sua contratação contraria a minha relutância em avalizar o seu perfil, uma vez que do jogador pouco ou nada sei, para lá de uma memória vaga da participação no Mundial da África do Sul. 

Confesso achar pouco interessante a sua idade para investir na compra do passe, e as lesões muito recentes serem intimidadoras. E mesmo anuindo tratar-se de um preconceito pois, como adiantei, não conheço o jogador, vejo um jogador enorme mas do género de carregar nos rins uma pedreira.

A sua origem africana, de onde vem a diferença do seu nome  - Oguchialu Chijioke Goma Lambu Onyewu - lembrou-me de fazer o paralelismo com o actual presidente norte-americano, , que está plasmado no titulo e que de alguma forma espelha o momento que se vive actualmente no Sporting e a esperança renovada que significou a eleição de Barak Obama.

Apesar de o momento pós-eleitoral ter sido conturbado e ameaçar uma rotura profunda no seio do clube, agravado pelo ambiente de profunda descrença que se viveu praticamente toda a época 2010/11, em tudo semelhante à época anterior, aos poucos o ambiente parece ter desanuviado no espírito da generalidade dos adeptos do clube. Mais do que euforia sente-se um moderado optimismo, e uma  expectativa tolerante relativamente às medidas em curso para refundar todo o edifício do futebol profissional leonino.

Acreditar que é possível ter de volta um Sporting capaz é  apenas um pequeno passo, mas um passo decisivo no sentido de trazer o Sporting de volta, como diz aquele que parece ser o slogan da campanha promotora das Gamebox´s.

Não auguro uma época de sonho mas não a vejo como impossível. Continuo, de forma realista, a pensar que partimos atrás dos nossos principais rivais de sempre e em vantagem ligeira sobre o SCBraga, que, tal como nós vai mudar muito, menos a direcção. Mas, mais do que imaginar uma época sem problemas, uma vez que eles surgirão sempre, independentemente do seu teor e grandeza, confortar-me-ia saber que em Alvalade haja gente capaz de os resolver. Isso seria a mudança significativa e necessária em relação aos últimos anos para sentir que sim, nós podemos.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

E se o nosso patrocinador for a McDonald?

Então e se o gigante da fast-food McDonalds, com todo o seu poder económico, decidisse aceitar uma proposta de patrocínio e, através de pagamento chorudo, num excelente negócio para o clube, “colasse” o seu símbolo nas nossas camisolas? 

O cenário é apenas fictício de forma a vincar a mensagem à volta do post que hoje deixo à consideração.

Vem isto a propósito da celeuma criada artificialmente à volta das cores do nosso principal patrocinador na nossa camisola que, como bem se sabe, é azul e o relacionamento directo que se faz com o FCP. Julgo que o assunto já é objecto de petição pública.

Logo à cabeça o tema desgosta-me por se tratar da importação de uma ideia que nasceu benfiquista e que tem subjacente o ódio ao FCP, um sentimento totalmente descabido na actividade desportiva e revelador de despeito e inveja, comum em gente com complexos de inferioridade, sentimentos que julgo não caberem no Sporting. Pessoalmente não me revejo neles.

A temática já tinha sido abordada no período de campanha eleitoral quando, no debate realizado no Porto, em organização exemplar do Solar do Norte, um adepto se insurgiu contra o facto de os jogadores usarem botas de outra cor que não fossem as tradicionais pretas ou, no máximo, verdes. Como qualquer ideia de cariz fundamentalista, esta é uma discussão que não faz sentido e é desprovido do realismo necessário para perceber que, nos tempos que correm, o patrocínio das camisolas de futebol no nosso País se aproxima do favor.

Vou levar a sério este pedido quando os seus subscritores abolirem as cores dos nossos principais rivais no seu quotidiano. Isto é, deixarem de usar calças de ganga azuis ou não comerem morangos porque são vermelhos. 

O exemplo é ridículo, bem sei. Mas é afinal tão ridículo como o que agora se exige relativamente à publicidade nas camisolas e mais não é do que afugentar uma caça cada vez mais escassa como são os patrocinadores. 

Sei bem da impopularidade deste post mas há coisas muito mais importantes a pensar e que fazem muito mais sentido discutir do que isto.

Nota: São já várias as queixas relativamente à impossibilidade de comentar no blogue, facto a que, somos alheios mas pelo qual pedimos desculpa. A todos que se deparem com este problema e mesmo assim queiram comentar, pedimos que enviem o comentáro, devidamente identificado com o nick pretendido para o correio do blogue para publicação:  anortedealvalade@googlegroups.com

Preparem-se para a festa!

O Solar do Norte atinge a maioridade absoluta, ao completar 21 anos da sua fundação. Trata-se de um importante bastião leonino, localizado na segunda cidade do País, onde, ao contrário do por vezes se pensa, existem muitos e fervorosos Sportinguistas. Nesse sentido a actual direcção da delegação programou um almoço, na Fundação Cupertino de Miranda (Avenida da Boavista, 4245) ao qual se seguirá, uma Tertúlia Leonina dedicada ao tema “As Grandes Glórias e o Futuro do Sporting” e onde se espera estarem presentes vários antigos craques leoninos de diversas gerações, para lá da representação do actual Conselho Directivo ao mais alto nível.

Marque na sua agenda o dia 24 de Julho, pelas 12.30h, porque vai valer a pena. O almoço tem ainda o aliciante de surgir na sequência da apresentação da principal equipa do Sporting para a época 2011/12 aos adeptos do norte do País , uma vez que no dia anterior há jogo de preparação em Guimarães. Uma excelente ocasião para os Sportinguistas do Norte viverem o seu clube com a paixão que nos caracteriza.

domingo, 26 de junho de 2011

Venha quem faça melhor

O Sporting hoje não conseguiu o já quase habitual pleno nos campeonatos nacionais de Atletismo, havendo por isso lugar a um sentimento agridoce perante os resultados. Enquanto em femininos nos sagramos campeões, ou campeãs, de forma a fazer justiça às leoas em presença, em masculinos acabamos por não conseguir manter um título que já vinha de 1996. Hoje, que não conseguimos o titulo a que estávamos habituados, fica uma palavra de apreço para os lutaram de leão ao peito, porque certamente hoje poucos se lembrarão deles e preferirão lembrar os júniores de futsal ou futebol de praia.

Em desporto, como em tudo na vida, e como disse Saramago ("O que as vitórias têm de mau é que não são definitivas.) O que as derrotas têm de bom é que também não são definitivas. " Nada tem de inglório perder um campeonato ao fim de tanto tempo e ainda por cima por uma diferença de 2 pontos: 1.º Benfica (156 pontos); 2.º Sporting (154 pontos).

Venha quem faça melhor do que nós. Pense-se já no próximo campeonato.

sábado, 25 de junho de 2011

Negócios em curso e a bomba deste verão?

foto Record
Terror à esquerda?
Atila Turam é noticiado como certo no plantel do próximo ano, confirmando uma noticia dada em 1º mão pela RR. A confirmar-se, tudo indica tratar-se de um excelente negócio, tendo em conta a possibilidade de o custo do jogador ficar reduzido à indemnização pela formação e a valia do jogador, que, mais do que qualquer vídeo no Youtube é atestada pelas internacionalizações em todos os escalões de formação da selecção gaulesa, num total de 37, desde os sub-16 aos sub-19. 

Adiado Terror da tesouraria?
Pongolle foi ontem confirmado pelo St. Etienne, num empréstimo com duração de um ano e opção de compra. Oxalá as minhas previsões não se confirmem e que daqui a um ano não andemos à procura de outra barriga de aluguer que nos poupem pelo menos os salários. O que talvez até nem seja difícil de conseguir. É que o francês está longe de ser um mau jogador, pelo que tê-lo por empréstimo pelo valor dos salários até pode ser um bom negócio. Mas 6,5 milhões?...

Moutinho é sinónimo de mau negócio?
Moutinho é nome de mau negócio para os clubes que lhe pagam o salário. Julgo que esse é um facto consensual entre os Sportinguistas , independentemente dos juízos que se façam sobre o carácter do jogador. Isto porque o Sporting podia ter feito mais dinheiro com ele e sobretudo nunca se deveria ter tornado num “accionista de referência” no financiamento de uma campanha de reforço de qualidade de um rival. Moutinho é hoje reconhecido por quem percebe “algo da coisa” como o ponto de Arquimedes do FCP de Villas Boas e, por dedução, um dos possíveis reforços do Chelsea.

Ora o que ninguém diria é que o Sporting, parte interessada no negócio, por ter direito a uma percentagem das mais-valias que o clube do Porto venha a realizar, possa vir a ganhar quase tanto como o actua patrão de Moutinho. É pelo menos o que se infere do que, a ser verdade, pode ser considerado uma verdadeira bomba e que vem publicado no site Futebol Portugal, de onde retiro alguns excertos e onde pode ser lido o original:

“Tudo começa no dia 15 de Outubro de 2010. No Dragão era preciso dinheiro para dar conta das despesas correntes com os salários dos seus atletas, e lá se vendeu 37.5% do J. Moutinho a uma empresa qualquer holandesa por 4.125 M€.

Para um jogador com o cláusula de rescisão de 40 milhões, receber pouco mais de 4 milhões por mais de 1/3 do passe parecia muito pouco. Seria de esperar que o clube conseguisse um valor maior, perto dos 6 a 8 milhões, o que valorizaria o jogador para 18 a 24 milhões de euros.

A empresa com quem o FCP fez o negócio chama-se Mamers B.V. e é holandesa. Só tem um accionista que é a “Stichting Mamers” que tem no seu conselho de administração Fernando Duarte Rodrigues Cordeiro (presidente), Fernando Duarte Rodrigues Cordeiro Filho (filho do presidente), António Fernando Maia Moreira de Sá e Flávio Azevedo Moreira de Sá.

António Fernando Moreira de Sá foi eleito para o Conselho Superior do FCP e é amigo de longa data de Pinto da Costa. (…)

Fernando Duarte Rodrigues Cordeiro é accionista da extinta SLN e foi membro do conselho de superior do BPN. Interessante frisar que já após a intervenção do estado no BPN, este senhor conseguiu que lhe fosse paga uma fatura de mais de 200 mil euros. É sócio em vários negócios e amigo do peito de António Fernando Moreira de Sá, tendo também relações próximas com Rui Moreira, Pinto da Costa e Reinaldo Teles.

(…)

Imaginem por exemplo que João Moutinho é vendido por 25 Milhões de Euros. O Porto depois de pagar 25% das mais valias ao Sporting, os 5% de direitos de formação (ao Sporting e ao Portimonense) e os 37.5% a esta empresa, ficariam com pouco mais de 11.5 M€ que somados aos 4.125 recebidos desta empresa daria cerca de 15,5 M€. Subtraindo os 11 milhões que lhes custou o passe… seria 4.5 M€ de lucro (uma margem de lucro de pouco mais de 20%). Enquanto isso a Mamers B.V. receberia quase  9 M€, tendo um lucro de quase 4.8 M€ (muito mais que 100%) em menos de um ano.

Acreditam vocês que as 2 famílias serão as únicas a facturar? (…)"

Convém acrescentar que o negócio da alienação ao fundo foi comunicado à CMVM.
Sei, e digo-o com contentamento, que "isto" no Sporting não aconteceria com o beneplácito e o silêncio cúmplice da totalidade de adeptos e associados. No FCP acredito que sim, basta ver as reacções às publicações das escutas para o perceber. 

É evidente que, por ali, as vitórias encandeiam o bom senso e entorpecem  as consciências.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Pongolle continua de verde e branco

Em "ABola":

O Saint-Étienne anunciou ter chegado a princípio de acordo com o Sporting para o empréstimo de Sinama-Pongolle. O avançado é esperado na próxima segunda-feira para realizar testes médicos.

Caso os exames sejam cumpridos com sucesso, Pongolle assinará contrato de empréstimo válido por um ano com o clube francês e começa a trabalhar de imediato com os novos companheiros. O Saint-Etienne ficará ainda com o direito de opção de compra.

O Sporting à beira de contratar um flagêlo para os adversários?

"Atila Turan, médio esquerdo do Grenoble, da Ligue 2 francesa, de apenas 19 anos, está a negociar com o Sporting. Ao que Bola Branca apurou, Turan está em Lisboa, mas não irá ser apresentado, porque aguarda-se que o jogador fique livre, por via da muito possível extinção do clube francês.
Turan, internacional francês em todos os escalões de formação, tem ascendência turca, sendo visto como um jogador de largo futuro, ao ponto de ter estado nos planos do Barcelona, vai fazer um ano, quando Andoni Zubizarreta chegou a fazer uma proposta pela sua contratação."

O Sporting à beira de contratar um flagêlo para os adversários?

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Domingos dá recado e/ou lança desafio?

“Um Sporting forte e organizado é o importante para a estabilidade de um Clube e de uma equipa, onde a liderança é fundamental.” Esta declaração, prestada ao site do clube pode ser interpretado como um recado dirigido directamente para o interior do clube e não pode também deixar de ser encarado como um desafio para todos nós, especialmente por quem tem a missão de tomar decisões. 

Seja encarada como for a afirmação não deixa de ser pertinente porque nenhum Sportinguista ignora que tem sido aí, na estabilidade e na liderança, onde têm começado as nossas fragilidades e muitas vezes terminado as nossas ambições.

As grandes decisões a grande velocidade

Há 4 dias escrevia que o Sporting dispõe do mesmo tempo que os restantes adversários para  completar o seu plantel, isto é, até ao final da época de transferências. Isto porque a porta do mercado está aberta nos dois sentidos, tanto podem entrar como sair jogadores. Mas é óbvio que o ideal, ou perto disso, seria que o núcleo duro do plantel tivesse já definido, o que está longe de acontecer. Há ainda decisões básicas que estão por tomar, como por exemplo o local de estágio e o número, locais e adversários dos jogos de pré-época. Terão que ser 12 dias supersónicos para deixar tudo em "su sitio". Julgo que em Alvalade ninguém o ignora.

Excedentários
Para lá dos jogadores que irão rodar nenhum dos casos considerados bicudos (precisamente os que mais peso têm na tesouraria) têm ainda solução conhecida e não são assim tão poucos como isso. Se, no momento da apresentação da equipa for constituída uma lista de excedentários, o que parece inevitável, a capacidade negocial do clube e o valor de mercado dos jogadores que a integrem descerá vertiginosamente.

Reforços
Julgo ser mais ou menos pacifico entender que, neste momento apenas Rodriguez e Schaars, pelo seu percurso, podem ser considerados reforços no imediato. Carrillo, Arias e Wolfswinkel não passam de "wannabe´s", mais os primeiros que o último. Faltam extremos, faltarão defesas, seguindo uma linha que parece ter traçado fim de Vuk, Torsiglieri, Maniche, Grimi. Falta preencher o lugar deixado vago por Liedson.

Nota: Não vi ninguém ainda dizê-lo mas não deixo de notar que o discurso de GL e de Domingos pareceu algo desencontrado. O presidente afirmou que "faltavam poucos jogadores", o treinador declarou que se "poderia mexer em todos os sectores" incluindo a baliza, o que não deixa de ser algo contraditório.

Decisões de fundo
Com a chegada de Luís Duque à Academia esperam-se decisões fracturantes com o passado. A revelação hoje feita que Vidigal assume a coordenação técnica é à primeira vista estranha pois não se conhecem especiais aptidões ou habilitações para o cargo. E advinham-se mudanças no comando técnico nos mais diversos escalões. Embora o tempo disponível seja maior é também já tempo de se começar a perceber qual é o desenho deste "novo projecto". Na altura das eleições declarei o meu receio por me parecer que se estavam a criar condições para "arranjar lugares para pessoas" e não "pessoas para os lugares", critica que foi transversal a quase todas as candidaturas

Acontecimentos recentes na Academia (a desqualificação de uma equipa e o castigo de um jogador, ambos de natureza administrativa, por desrespeito das regras) e outros que há pouco tempo vieram a público indicam que a reflexão e eventuais ajustamentos se tornam necessários. Por outro lado a presença de um considerável número de jogadores do clube nas selecções de formação indicam que nem tudo está mal.

Sopesar devidamente todas as variantes, perceber o que é bem feito e por isso para aprimorar, compreender onde estão os vícios, o conformismo, o que é necessário cortar  para tomar as decisões adequadas é a tarefa que se segue e que, a bem deste sector tão importante, não se deveria falhar. Contrariar o que o senso comum nos ensinou, - depressa e bem... - é também um grande desafio.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Vitor Pereira no FCP ou agora o futebol fica mais transparente

O FCP sai finalmente do armário e revela a importância da arbitragem
Vítor Pereira, até agora adjunto de André Villas-Boas, é o novo treinador do FC Porto, anunciou o clube, em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários. O novo técnico assinou contrato por duas temporadas e ascende assim ao cargo de treinador principal, beneficiando do facto de conhecer bem a equipa.

Não é costume os assuntos dos outros adversários terem direito a referência própria aqui neste espaço. Mas a importância da saída repentina de AVB e o facto de o FCP assumir publicamente a relação com Vítor Pereira julgo justificar a menção.

A cadeira de sonho de Domingos

Hoje e sem qualquer pudor o nome de Domingos é associado ao rol de possíveis substitutos de Villas Boas no FCPorto. O CM até acrescenta que a sua clausula de rescisão é de 7,5 o que, levando em linha de conta a quantidade de noticias que dão e que a realidade desmente pode até querer dizer que nem há cláusula nenhuma.

A menos de 1 semana do inicio da época seria um rude golpe e de difícil reparação para o Sporting perder o treinador principal sem este chegar sequer a treinar. Sobretudo do ponto de vista anímico, talvez até mais do que do ponto de vista técnico.

Pessoalmente não creio que Domingos caia em tentação. Com os últimos desenvolvimentos nos principais rivais o Sporting tem muito mais possibilidades a seu favor do que há 1 semana atrás e a herança de AVB é agora tão pesada como os quase 10 anos que o Sporting leva sem ganhar um título. Ganhar em Alvalade pode ser, em termos profissionais tão ou mais aliciante, face às circunstâncias, do que fazê-o no Porto. Neste momento e apesar de ainda faltarem definições importantes o Sporting tem uma estrutura muito mais estável e profissional do que seria possível prever há poucos meses. 

Julgo que mais do que o dinheiro são as razões profissionais que presidiram às decisões de AVB e que presidirão às de Domingos, pelo que o facto de serem ou não adeptos portistas será de peso relativo na hora de fazerem as suas opções. A cadeira de sonho de um profissional é aquela onde ele pode juntar títulos e acumular prestígio.

Dito isto julgo que a única razão que faria Domingos pensar 2 vezes seria perceber que as condições que lhe foram prometidas não seriam cumpridas. Ou, dito doutra forma cabe ao Sporting fazer do seu banco de suplentes a cadeira de sonho de Domingos. Até vir alguém e bater a cláusula que possa existir ou o contrato terminar.

NOTA: Se o Abramovich percebe alguma coisa de futebol satisfaz o desejo de AVB e oferece-lhe Moutinho e Falcão. Por esta ordem.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Boas noticias! (umas melhores que outras)

De juba eriçada
Fim-de-semana em cheio para o Sporting, agora que falta tão pouco para começar a nova época. Títulos conquistados em diversas modalidades, conforme descrito nas publicações anteriores e a surpreendente manifestação de Sportinguismo que ocorreu na festa do Jubas. Pela descrição de quem esteve presente, o evento surpreendeu quer os participantes quer os organizadores pelo elevado número de aderentes. O facto terá impressionado o novo recruta Ricky Van Wolfswinkel, que, impressionado com o entusiasmo dos adeptos, nos pediu a continuidade desse apoio.

Domar o leão das emoções
Pessoalmente também fiquei surpreendido, tendo em conta o nosso ponto de partida e o muito que falta ainda definir da próxima época. Para lá do sentimento de pertença e da partilha e comunhão de identidade não há razões para grandes euforias. Tal como não haverá para grandes depressões quando ocorrerem os primeiros reveses, que serão inevitáveis. Seguramente que grande parte do êxito da próxima época passa pela ligação dos adeptos à equipa, pelo que o equilíbrio, sempre tão difícil quando se vive uma relação de paixão, será com certeza uma chave para o sucesso. Se é certo que a dieta nem aos doentes faz feliz, cautelas e caldos de galinha também não matam ninguém.

O sucesso pode falar "chileno"
Matias voltou aos grandes golos e se há jogador que continua a prometer muito é ele. Se os jogadores pudessem jogar numa redoma, onde se emulasse todo o ambiente da sua terra natal, ele seria um dos principais candidatos, tendo em conta a diferença de produção quando joga longe dos seus. Certamente que é uma questão táctica, mas é também uma questão pessoal e até de todos nós, como clube, encontrar uma forma que proporcione ao chileno um rendimento de acordo com a sua categoria. O mesmo se passará com o seu compatriota Valdés. Ambos partilham de alguma fragilidade física e pouca disponibilidade para participar em todos os momentos do jogo. Veremos o que Domingos conseguirá fazer com eles, o sucesso também pode passar por aí…

O Sporting não corre sozinho pelo que o que se passa nos rivais não pode deixar de merecer nota.

Farewell AVB
A saída de AVB é, à primeira vista, uma boa notícia, mas é também indiscutivelmente uma boa medida de gestão. De gestão pessoal da carreira do treinador, não só pelo dinheiro envolvido, (talvez o aspecto menos importante) mas sobretudo porque a próxima época só podia ser pior, com todas as consequências que daí adviriam. É-o também pelo clube que o vende, porque não me lembro de algum treinador custar 15 milhões de euros, o que, de acordo com o raciocínio anterior, torna este num momento único para o fazer. Para nós é uma boa noticia porque, aparentemente, tudo tem de começar de novo, é uma substituição difícil de executar e que deixará um sentimento de orfandade espalhado no balneário, e isto se também não o deixar mais pobre. É uma porta que se abre a todos os candidatos ao titulo, onde nos incluímos. Fica a curiosidade de saber o nome que PdC escolherá para treinar o clube nacional onde, pelas boas e más razões, é mais fácil fazê-lo. Isto quando as coisas correm bem, sendo certo que PdC também se engana a escolher.A minha aposta pessoal no novo treinador diz-me que a escolha poderá passar por um nome nosso bem conhecido ou no actual braço direito de AVB…

E mexe e remexe...
Do outro lado da segunda circular as mexidas em número e forma no plantel e a nível directivo são indicadores de que a época passada deixou marcas profundas. Não serei propriamente um especialista em "assuntos SLB", mas não deixo de considerar estranho que jogadores como Kardec e Airton sejam recambiados para o Brasil depois de um pretenso período de adaptação, no que me parece tempo desperdiçado e sintoma de desnorte. Aliás, o que me parece mais estranho é que para aquelas bandas ainda não se ter compreendido  que a carreira o actual campeão nacional tornou o titulo impossível aos demais e assim pouco fazer sentido por tudo em causa agora. Isto é interessante para nós. O mesmo pode ocorrer com a lista de dispensas, tendo em conta o número sem fim de jogadores já contratados.

PS- Não incluí a contratação de Árias nas boas noticias. A boa noticia poderá vir a ser se ele se vier a tornar num reforço.

Paixão




Já decidi: na próxima semana, vou comprar a gamebox.

É por causa da Direcção e do trabalho que está a fazer? Não, tanto que como aqui disse, não era a minha lista nem me identificava com a mesma.
É por causa da prestação da equipa de futebol? Não! As prestações das duas últimas épocas foram de tal forma excelentes que curariam qualquer um que não fosse tão "doente" pelo SCP.

Será então devido aos reforços já anunciados? Também não. Nunca foram os reforços a levarem-me ao estádio e não seria agora, apesar de ter uma impressão positiva relativamente ao trabalho até ao momento desenvolvido.
O treinador? Tem que ser não é? Novamente, não. Como também aqui afirmei, Domingos não seria a minha escolha e não será certamente a razão que motiva a minha compra do bilhete de época, apesar da melhoria significativa que representa a sua contratação. Principalmente se compararmos com a miséria que era o forcado.

Sendo assim, porquê? Pela razão principal: o SCP!

Pela paixão que tenho pelo SCP, paixão essa que tantas vezes nos últimos anos foi desvalorizada por quem nos dirigia, e que parece voltar a estar na ordem do dia. Futebol é paixão e quando lhe tiram isso, tiram-lhe a magia.
Quero voltar a vibrar com a minha equipa, quero voltar a ver futebol bem jogado e quero voltar a ter um campo intransponível para quem nos visita. Aplaudir os nossos jogadores e mostrar o meu desagrado se for caso disso.

Não acredito que "para o ano é que é" mas acredito que seja muito melhor que os últimos dois. E por favor, não me desmintam que já bastou a época passada.

SCP SEMPRE!!!

PS: Uma mênção para a conquista do bi-campeonato em futsal conquistado de uma forma categórica e sem nunca perdermos a nossa identidade, como bem disse o Orlando Duarte.

PPS: Grande resultado, mais um, do João Pina no Grand Slam do Rio de Janeiro.

domingo, 19 de junho de 2011

Múltiplas razões para a alegria da vitória!



Como Sportinguista a vitória no campeonato nacional de futsal enche-me de alegria. A alegria simples de mais um titulo de Campeão Nacional para o nosso Clube. Uma alegria mais robusta por ser obtida sobre o nosso eterno rival, que, como é seu lema, utiliza armas legais e não legais, e sempre bem suportados pela 3ª equipa em campo.



Mas se estas já eram duas excelentes razões para estar eufórico, havia uma terceira razão que muito me fazia sofrer pela vitória: o despedimento de Cardinal.



Não por ser portista.

Não por não ser bom jogador.

Não por não ser um profissional cumpridor.

Não por ter alguma antipatia pessoal contra a pessoa Cardinal



Apenas, e só, pela falta de respeito e camaradagem que demonstrou para os seus antigos companheiros de equipa. E pela coragem da medida tomada por quem manda no (futsal do) Sporting.



Quando uma equipa pretende ganhar algo, são condições indispensáveis a disciplina e o respeito mútuo entre todos os elementos do grupo. E Cardinal, com a sua viagem a Dublin, demonstrou tudo o que é falta de respeito por quem confiava no seu valor desportivo, por quem lhe pagava, e por quem a seu lado se batia pela conquista do galardão máximo da modalidade em Portugal. E aí, só uma coisa poderia repor o equilíbrio do grupo: a disciplina.



E desta vez, felizmente, quem mandava fez o que devia ser feito. Para salvaguardar a coesão do grupo que queria ganhar, nada mais havia a fazer que expurgar o elemento que à frente dos interesses do grupo pôs os seus caprichos pessoais. Se não fosse tomada a medida correcta, no dia seguinte, possivelmente, qualquer outro atleta não iria treinar porque a prima fazia anos, ou a vizinha do lado o tinha desafiado para ir ao cinema. E qual seria, então, a moral dos dirigentes para tomarem as medidas disciplinares que se impunham?



Infelizmente, no nosso Clube nos últimos anos, a tomada de medidas disciplinares sobre as “prima donas”, não são penalizadoras o suficiente para castigar comportamentos que são altamente prejudiciais ao Clube. Isso só destrói o grupo por dentro, abala o espírito de equipa e mina a liderança de treinadores e dirigentes.



Por tudo isto, os meus parabéns, e agradecimentos pelo titulo conquistado, aos brilhantes jogadores que, com um espírito indomável, levaram de vencida os seus adversários, mas também à equipa técnica e aos dirigentes que souberam tomar as decisões certas na hora certa. Só espero que, no futebol do Clube, atletas, treinadores e dirigentes ponham os olhos neste grupo do futsal.

Sporting volta a ser campeão em hóquei em patins!

Com os agradecimentos ao nosso leitor PI partilho a crónica, feita pelo próprio, in loco, do jogo que voltou a colocar o nome do Sporting no caminho dos títulos numa modalidade que já dominou e fez história. Parabéns a todos os envolvidos, em particular o Eng.º Gilberto Borges, a alma deste projecto.

Cheguei agorinha de Famalicão, onde assisti ao vivo ao Famalicense-Sporting de apuramento do vencedor da 3ªDivisão Nacional de Hóquei em Patins.

Entrei no Pavilhão já com o jogo a decorrer (no preciso instante em que a FAC fez o 2-1...) depois da barriga cheia com o Futsal, que assisti com muitos adeptos do Sporting que foram para o Hóquei no Bar do FAC.

Depois do 2-1 (o FAC marcou primeiro e empatamos logo depois...) veio o 3-1, e o 4-1, com o adversário a mostrar-se muito mais maduro, ponderado, e mortífero nos contra-ataques.

Do lado do Sporting uma equipa incrivelmente jovem (para além desse fenómeno GAlves, temos mais 5 ou 6 miúdos que mais parecem uma equipa de juvenis, e um jogador, o 9, que parece o avô deles, pois aparenta pelo menos 40 anos...). Sem perceber muito da coisa, estava pouco crente.

Do intervalo regressou o que parecia ser outra equipa, e sempre liderado por GAlves, 3 golos de rajada, todos dele, ditou o empate em 5minutos... com 17min para jogar, Quim-Zé dava merecido descanso a Gonçalo, e os restantes trocavam a bola tentando segurar o empate que daria o título. Puro engano.

A FAC ganhou confiança, e apoiada por cerca de 200 pessoas (cerca de 1/3 do público presente!) fez o 5-4, e galvanizou-se. Perante um Sporting apático, e em poucos minutos chegou o 6-4, e o 7-4, com 3 bolas nos ferros pelo meio. Domínio temporário mas avassalador, que provocou vários olés da bancada.

Com 5min para jogar, e a equipa a procurar sempre Gonçalo, o desfecho parecia inevitável. A FAC falhou um livre directo a castigar 15ªfalta (já antes falhara o LD a punir a 10ªfalta, enquanto Gonçalo converteu o LI da 10ªfalta...) e pareceu que o Sporting se empertigou.

A menos de 4min do final, o SCP marcou em jogada de insistência, e a FAC começou a tremer. Disse para quem estava comigo - para ser como no futsal, precisamos de um milagre e do LI da 15ªfalta (eles já tinham cometido 14...). 


E assim foi - o N7 (avançado tb promissor) marcou pela esquerda, bem em frente à claque, e passaram a restar menos de 2minutos para tentar a igualdade.

A 23segundos do fim lá se conseguiu recuperar a bola (a FAC já só trocava a bola entre os jogadores à espera da buzina...) e as ordens do treinador foram simples - bola no Gonçalo, e vai para cima deles à procura da falta. Gonçalo foi mesmo ao chão, e o árbitro não marcou. Mas Gonçalo reergueu-se, ganhou na tabela de fundo, voltou a driblar o primeiro adversário, e foi novamente derrubado. Falta. Faltam 9 segundos.

O LI causa tensão enorme. Os jogadores da FAC com as mãos na cabeça, os adeptos de respiração sustida, e nós, incrédulos, com o título no stick de Gonçalo Alves (parecia um argumento de Hitchcock).

O meu primo só me disse - se é um grande jogador, vai marcar. Os grandes vêem-se nesta decisões.

Perante centenas de adeptos em silêncio ensurdecedor, Gonçalo parte para a bola, volta a sentar o GR, e marca com a classe que espalha no ringue. 7-7.

Correu, gritou bem alto junto aos adeptos, que inclusive saltaram para dentro do recinto. 1/3 do pavilhão explodiu ali! O título estava entregue.

VITÓRIA MEMORÀVEL, que guardei em imagens e videos.

O Sporting é o nosso grande amor.

Saudações.

sábado, 18 de junho de 2011

Bi-Campeão coloca 1 novo marco na modalidade

foto "ABola"
Ao se sagrar hoje bi-campeão de futsal com um total de 3-0 na final 4 o Sporting colocou hoje um novo marco na modalidade cada vez mais popular. A vitória foi mais uma vez alcançada de forma épica, virando um resultado adverso de 0-3, contrariando a cooperação estratégica entre a actuação provocadora do adversário e do trio de arbitragem. Resiultado final 5-4, após prolongamento.


Sporting-Benfica
Pavilhão Paz e Amizade, em Loures

Árbitros: Eduardo Coelho (Aveiro) e Sérgio Magalhães (Porto)

Sporting: João Benedito, Marcelinho, Caio Japa, Divanei e Alex
Suplentes: Cristiano, Leitão, Pedro Cary, Djô, João Matos, Deo e Mário Freitas
Treinador: Orlando Duarte

Benfica: Vítor Hugo, Pedro Costa, Gonçalo Alves, Arnaldo e César Paulo

Suplentes: Bebé, Joel Queirós, Diece, Marinho, Anilton, Davi e Diego Sol
Treinador: Paulo Fernandes

Domingos fala do seu jogador preferido

Pouco tempo após a apresentação de Domingos como treinador do Sporting elenquei aqui aquelas que cosidero serem três das aquisições fundamentais para o clube na época que se adivinha, num post intitulado Três aquisições imprescindíveis para Domingos. Ontem, à margem do I Congresso Internacional de Futebol de Pontevedra, onde foi um dos oradores, referiu-se a uma delas com particular insistência, como refere hoje o "Público": "A estabilidade foi a palavra mais referida por Domingos, quando abordado pela imprensa portuguesa..." Disse o novo treinador: “É fundamental começarmos de forma estável e com o plantel o mais bem definido possível, para atacarmos da melhor maneira a próxima temporada.  

Quem viu as equipas de Domingos jogar não pode deixar de identificar que um dos seus "jogadores preferidos" é precisamente a estabilidade e a segurança das suas equipas no relvado. Agora Domingos precisa também desse jogador a jogar nos gabinetes e nas bancadas de Alvalade. E há uma parte que depende de apenas de nós, sócios e adeptos.

Domingos falou também dos novos recrutas do futebol leonino mas o que mais me chamou à atenção não foi tanto a indicação que seria provável que continuassem a chegar mais reforços, mas sim a sua origem, indicando a Europa como origem, uma que “são jogadores que estão mais adaptados ao nosso futebol e permite-nos consolidar o mais rápido possível o que pretendemos”.  

O discurso é realista ao reconhecer a necessidade de encurtar as distâncias para os nossos rivais e a estratégia parece-me adequada. O mercado sul-americano é atractivo mas a realização da Copa América é uma ameaça para os clubes cujos plantéis estão pejados de internacionais com aquela origem, como é o caso do FCP e SLB. Essa pode ser uma vantagem que o Sporting não poderá deixar de explorar.

Não posso no entanto deixar de lembrar que esta orientação para o mercado europeu parece ser um inflexão da tendência inicial, tendo em conta que aquele que deveria ser o nosso primeiro reforço do ano era Moreno, internacional colombiano e que Rinaudo, que já fala à Sporting, pela voz do pai, esteve pré-convocado para selecção argentina.



sexta-feira, 17 de junho de 2011

Fabregas e o Sporting

Cesc Fàbregas, jogador do Arsenal, teve declarações curiosas esta semana, que julgo deverem ser realçadas como exemplo do que é um profissional bem formado. Apesar de ser sabida de todos a sua condição de adepto culé, e do clube da cidade condal estar interessado no seu concurso, faz ponto de honra em respeitar a sua ligação à sua actual entidade patronal e sobretudo aos adeptos arsenalistas que lhe devotam uma admiração sem fim. Um exemplo raro nos dias que correm, especialmente num meio que se interessa quase em exclusivo pelos que jogam apenas bem com os pés mas não o fazem tão bem com a cabeça. 

Fosse um jogador do Sporting que se encontrasse na mesma situação e falasse assim, não só o compreenderia perfeitamente, como aumentaria a minha consideração pessoal.

No Record:

“Estou frustrado por não ganhar títulos. Qualquer jogador que não se sinta da mesma forma é porque não tem ambição”, afirmou o espanhol à TVE. 

Em relação à cada vez mais provável transferência para o Barcelona, Fàbregas foi peremtório: “Não vou estar a dizer todos os dias o mesmo. Sonho jogar no Barça desde os 11 anos. Se vai acontecer ou não, é outra coisa. Não tenho esse poder.”

O internacional espanhol sublinha ainda que não irá forçar a saída do Arsenal, a quem tem muito que agradecer. 

“Ainda não falei com Wenger. Eles é que sabem se me querem vender ou não. Tenho os meus valores e ao fim de oito anos aqui não vou estragar tudo”, acrescentou. 

Questionado sobre o suposto interesse do Real Madrid, rival do Barcelona, Fàbregas não confirmou nem desmentiu. 

“Não vou falar de nenhuma equipa, mas nunca se pode dizer nunca. Não sei o que se passará no futuro”, finalizou o capitão dos gunners.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Stijn Schaars, na senda laranja dos nomes dificeis

Stijn Schaars não conhecerá muito de perto o Sporting mas quase e cruzou connosco numa das nossas melhores prestações europeias de sempre, quando em 2005 eliminamos de forma épica o Az Alkmaar. O novo médio do Sporting chegaria precisamente à equipa de Alkmaar no verão de 2005, vindo do Vitesse de Arnhem, onde se formou.

Stijn Schaars não teve vida fácil e os primeiros anos foram marcados por um calvário de lesões, culminando um ano inteiro sem jogar em 2007/08. Se o sofrimento destrói os menos aptos e apura os melhores o novo recruta do Sporting acabaria por dar uma lição aos que o deram como acabado. Totalmente refeito das lesões acabou por ser peça crucial no titulo conquistado com o controverso Van Gaal em 2008/09, dando o segundo titulo ao clube. Foi considerado pelo treinador a sua melhor aquisição.

As lesões acabaram por ditar a sorte da carreira de Shaars, justificando por isso apenas a dúzia de internacionalizações A, depois de ter capitaneado a selecção sub-21, onde se sagrou campeão europeu, precisamente no Porto. Era também, até ao final da época passada, capitão de equipa do Alkmaar e, segundo o seu anterior técnico, o treinador de campo durante os jogos. Trata-se de um jogador feito, experiente, que actua normalmente na posição 8 do meio-campo. Apesar de não ser um nome sonante para a generalidade dos adeptos, não é propriamente um desconhecido.

Boa Sorte Stijn Schaars (pronuncia-se "Sh-tine Skars" com arrasto gutural no K, à boa maneira holandesa)

O que queremos para o Sporting?

Introdução
Não é apenas a blogosfera, mas o nervosismo estende-se aos adeptos em geral e até aos comentadores. Anda muita gente preocupada com a falta de “novidades” nas aquisições para a próxima época. Confesso que também preferia ver já o plantel definido e que, exceptuando a aquisição de Rodriguez e a curiosidade por Wolswinkel, também não me sinto particularmente entusiasmado. Mas aproveitando a maré de confissão também não estou à espera de ganhar o campeonato do defeso, com as aquisições mais sonantes para ficar entusiasmado com o meu Sporting. Os bichinhos carpinteiros que me roem é por ver a bola saltar e ver como vai jogar o Sporting versão Domingueira.

Apreensão e pressão
Entendida alguma apreensão, já o mesmo não consigo fazer em relação à pressão. A menos que se queira aproveitar a futura reforma estatutária e incluir uma cláusula que obrigue o departamento de futebol a breefings diários, dando conta de todos os passos no sentido de contratar, dispensar e assegurar clubes para emprestar jogadores, não nos resta outra alternativa senão aguardar pela resolução dos muitos dossiers. E ainda há tempo, convenhamos. Mas não perco a oportunidade de fazer notar mais uma das muitas contradições em que a família Sportinguista é pródiga: tanto nos manifestamos contra a falta de novidades e como de seguida nos regozijamos com os negócios feitos no “segredo dos deuses. Afinal em que ficamos? Independentemente da celeridade e da competência confesso que detestaria estar no lugar da dupla CF/LD e sentir esta pressão acrescida.

Quantos Caneiras queremos?
E essa aversão pelo lugar acresceria tendo a pedra que têm para partir. Sabemos que o dinheiro não abunda, por mais que se diga o contrário. Por outro lado há no pretérito plantel muita gente instalada em confortáveis poltronas salariais e com contratos em vigor que se permite não arredar pé porque tem “o dele” assegurado e cujo afastamento não vai por isso ser fácil. (Obviamente que desejo que o Sporting seja um clube sempre do lado da lei no que diz respeito ao observação dos direitos dos seus colaboradores, que é a única forma de poder exigir àqueles o cumprimento das suas obrigações.) Isto tudo para dizer que não quero ver replicado e multiplicado exemplos como os de Caneira neste ano. Sem resolver a situação de jogadores que se diz o Sporting não contar não faz muito sentido contratar jogadores para as mesmas posições. Paciência é o nome do treinador mas é também uma grande virtude.

Quantos Tales queremos?
O que pode resultar de uma excessiva pressão da parte dos sócios e adeptos? A adaptação do aforismo popular (As cadelas apressadas parem os filhos cegos) lembra-nos do perigo de ficarmos com mais uns ceguinhos no plantel. Lembro logo do exemplo Tales do ano passado, em que a pressão por um pinheiro nos conduziu a um arbusto demasiado verde para poder ser útil. Com os corpos sociais à procura da aprovação dos sócios à sempre a tentação do caminho mais fácil que é contratar para a bancada. Espero que tal não aconteça.

Conclusão
Não quero com isto dizer que a tripla GL/LD/CF não tem contas a prestar. Aliás julgo que eles são os primeiros a ter consciência da responsabilidade que têm em mãos. Da minha parte a exigência é muito clara: não estou de lista na mão a activar e desactivar “flag´s” nos nomes que se falaram durante a campanha eleitoral, até porque a noticia de que alguns não virão é boa para o clube. O que eu quero é voltar a ter vontade de ver jogar o Sporting porque o Sporting voltou a jogar futebol. E para isso mais do que nomes precisa de uma boa equipa. E esta faz-se com bons jogadores, que por sua vez são bem treinados e bem orientados. E para tal precisam de uma retaguarda sólida, que vai dos gabinetes à bancada. É essa a minha exigência sabendo de antemão que títulos só os charlatães podem prometer ou exigir. Mesmo com alguma apreensão mas com optimismo moderado, não abdico de toda a esperança a que tenho direito.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

O que podemos fazer pelo Sporting?

Ontem Carlos Barbosa apelava ao apoio dos sócios lembrando que «sem a participação e a paixão dos sócios, nada é possível». Concordando plenamente, acrescentaria também que os adeptos também podem aprofundar a sua relação com o clube tornando-se sócios. Mas do adepto anónimo ao notável há muito que ainda pode ser feito.

Faria de Oliveira, presidente da CGD, Filipe de Botton, CEO da Logoplaste, Diogo Vaz Guedes, ex-Somague, Pedro Baltazar, que recentemente chegou aos 2% da Inapa e quer atingir os 5% da empresa de pasta de papel, Horta Osório CEO de um dos maiores bancos europeus, a família Espírito Santo, Filipe Soares Franco, são alguns dos muitos nomes de Sportinguistas cuja presença na economia contribui com uma fatia importante para o PIB nacional ou são referências na economia e gestão, mas sem grande reflexo para a vida do clube. 

Numa altura em que a actividade bancária está condicionada a médio prazo e são necessárias novas ideias para o refinanciamento que permita alavancar o clube para um patamar mais condizente com o seu estatuto, o Sporting precisa de se concentrar nas forças que detém na sociedade. Não tanto numa perspectiva de mecenato, que não deve ser excluída, mas sobretudo na produção de ideias e propostas inovadoras. Afinal aquilo que muitos Sportinguistas se distinguem a fazer por esse mundo fora nas suas actividades profissionais. E nem o clube se deve fechar a nenhuma delas, seja porque razões for, nem os sócios deveriam esperar que os actuais corpos sociais os convoquem. Quem chama por eles, por nós, há muito é o Sporting Clube de Portugal.

terça-feira, 14 de junho de 2011

É tempo de ter tempo.


Chamam-lhe correntemente a silly season, mas para mim o período do defeso é o mais importante para definir aquilo que vai ser a nova temporada. Tal como nas campanhas eleitorais é agora que é o tempo de os dirigentes serem decisivos e cáusticos na avaliação do trabalho desenvolvido na época anterior e corrigir os erros que se verificaram.

Após o fecho do período de contratações, independentemente dos erros que subsistiram ou das opções erradas que tenham sido tomadas, apenas resta um papel aos dirigentes até ao final da época, apoiar a equipa que construíram e criar condições para realizar os objectivos definidos durante a fase de construção do grupo.

A janela de contratações de Janeiro seria por mim ignorada excepto para suprir uma lesão prolongada de um jogador chave. O dinheiro investido nessa fase é normalmente inútil e não esqueço o quanto foram um dia fundamentais as entradas, André Cruz, César Prates e Mbo Mpenza.

Construir é agora a palavra de ordem, o primeiro passo fundamental está feito a contratação de um timoneiro. Domingos seria também a minha escolha mas não o vejo como um Midas capaz de transformar D’jálo no Hulk ou Polga em Ricardo Carvalho. Já comprovei sim a sua qualidade em transformar mantas de retalhos em equipas de futebol, é isso que eu lhe peço, que dê coerência ao futebol praticado pelo futebol seja ele bonito ou não.

Nas contratações a fazer e com o anúncio desbocado de que há milhões de euros em Alvalade seria muito mais cauteloso. Nesta fase do defeso e até ao início dos trabalhos (4 de Julho) procuraria que as principais carências da equipa fossem supridas. Na minha opinião elas são as seguintes, um central (líder), um defesa esquerdo capaz de sentar Evaldo, um extremo criativo (de preferência esquerdo), dois pontas de lança.

Há aqui um problema grande, eu não sei o que vai na cabeça de Domingos sobre aquilo que quer da equipa, nem quem são os 150 jogadores que a dupla Licá (leia-se Luis Duque e Carlos Freitas) anda a avaliar ou quais aqueles que estão incluídos numa eventual lista de vendas/dispensas. Não é grave na irresponsabilidade típica de um adepto vou em frente a construir o meu plantel.

Estando adquiridos, um central, um extremo e um ponta de lança, aguardo a chegada até ao início da época por um defesa esquerdo e outro ponta de lança. Após esse momento tudo ficaria dependente de oportunidades de mercado e da avaliação decisiva de Domingos.

Vários dos atletas que se tem referido como dispensáveis teriam obrigatoriamente de passar pelo crivo do treino para assumir a sua saída definitiva. Os atletas que eu procuraria dar um destino longe de Alvalade imediatamente seriam, Caneira, Grimi, Vukcevic, Purovic e Pongolle como vendas ou dispensas e emprestados Salomão, Saleiro e Cédric. Todos os outros nomeadamente, Polga, Maniche, Pedro Mendes e Zapater teriam oportunidade de iniciar a época (considero que foi uma asneira deixar sair NAC).

Para tudo o resto há que definir filosofias, os laterais vão ser ofensivos? Vamos ter um lado principal para conduzir o jogo? A defesa é individual ou zona? Um trinco ou dois? Extremos ou médios? Um ou dois pontas de lança? Tudo isto é importante para saber quem comprar ou se na realidade aquilo que se procura não existe já disponível nos recursos do clube sejam velhos ou novos.

Sobre guarda-redes julgo que ao Sporting pelas suas características actuais só deveria ter 2 guarda-redes. Ter Golas ou Tiago como terceiro elemento é um desperdício de recursos, Golas manteria o seu crescimento onde possa ser titular e no caso ínfimo de ser necessário um terceiro GR seria chamado o da equipa júnior.

A vaga seguinte de vendas/empréstimos, colocações/dispensas e compras só deveriam ocorrer após o regresso da pré-época e já seria cirúrgica a colmatar cada lacuna ou reforço segundo as indicações do treinador.

Por esta razão não estou excessivamente sedento de ver “estrelinhas” a poisar no aeroporto com destino à Academia Sporting, o mercado tem armadilhas e ambições que não devem ser precipitadas de forma a não empenhar oportunidades futuras. Construir um novo Leão é uma tarefa árdua e cirúrgica, não é urgente. O resultado final deve favorecer o equilíbrio dos sectores muito mais que espectáculo pontual.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Árias e Rinaudo, impressões breves

foto Record
Árias e Rinaudo são dois jogadores dados como certos no Sporting da próxima época, embora o clube ainda não tenha confirmado nenhuma das aquisições. O caso do defesa direito colombiano é porém diferente uma vez que o próprio já admitiu ter assinado um contrato e 5 anos antes do Torneio de Toulon.


Não conheço nenhum dos jogadores em causa e julgo até que o desconhecimento é geral, apesar do entusiasmo que já se sente relativamente a Rinaudo, aqui e ali apontado como o novo Duscher, revelador de um sebastianismo muito comum entre nós.

Do que vi do jovem defesa colombiano na final do Torneio de Toulon contribuiu para adensar a oportunidade do negócio para um clube que dispõe já nos seus quadros de 3 internacionais para a função.  E isto não incluindo Abel, cujo futuro está ainda por definir. Obviamente que estou em desvantagem em relação aos olheiros que ratificaram a aquisição de Árias: só o vi 1 vez e não estou habilitado como eles para a função. Mas o que vi não gostei e pelos vistos o comentador colombiano também não. Aguardemos pelo Mundial sub-20 a disputar precisamente na Colômbia, para impressões mais definitivas. Isto se Árias vier mesmo, uma vez que, segundo o Record de hoje, o jogador só se vinculará ao Sporting se se apresentar livre.

Essa oportunidade não vamos ter com Rinaudo na próxima Copa América, uma vez que de pré-convocado da alvi-celeste acabou por ficar em terra, apesar dos generosos elogios do técnico-adjunto da selecção argentina. E apesar dos elogios que frequentemente lhe são feitos, as referências que lhe são feitas vão sempre no sentido da força física na missão de destruir e pouca aptidão para sair a jogar e distribuir jogo para além das entregas curtas de bola. Não consigo deixar de me lembrar do que se dizia o ano passado sobre o "caparro" de Zapater e o pouco ou nada que ganhamos com isso ao longo  da época passada. Além de que o argentino parecer um cromo repetido quando olhamos para André Santos, Pedro Mendes, Zapater e Maniche. Como se pode ver no 2º golo do Paraguai, no amistoso do passado dia 25, nas bolas paradas não oferece muito mais do que já temos:
Os números do negócio são interessantes, mas que acabarão anulados se o argentino for apenas mais um entre muitos.

sábado, 11 de junho de 2011

Cabidela tão saborosa como inesperada

foto Record
Quando já nada o fazia esperar o Sporting acabou por sair do pavilhão da Luz em vantagem no campeonato nacional de futsal. A 2 minutos do final já os donos da casa festejavam a vantagem e a uma vitória que não chegaria. A equipa do Sporting recusou-se a encarar a derrota injusta e conseguiu levar o jogo para penaltys, onde Benedito seria decisivo. E assim, contra todas as expectativas, a equipa de futsal acabaria por jantar uma saborosa e inesperada cabidela. 

Em frente Sporting!

Quaresma em pleno verão?

"Pegou na bola, fintou tantos quantos lhe apareceram ao caminho, como se quisesse fugir aos pingos da chuva e, à entrada da área, disparou um míssil teleguiado que fez a bola entrar no ângulo onde se juntam a trave e o poste. 

Foi a primeira vez que testemunhei a genialidade irreverente de Ricardo Quaresma, então um miúdo franzino e tímido. Foi no velho campo do Salgueiros, hoje transformado em estação de metro, na era de Jardel, João Pinto e Cia. Lda., e do 2º titulo em 2 anos."

(...)

Quaresma ganha por isso um contorno estratégico que está para lá do seu valor exclusivo como jogador. É um “vendedor de camisolas”, como havia prometido JEB há quase um ano e, se o momento financeiro é o que se sabe, diria que o "dossier Quaresma" merece atenção redobrada, e talvez justifique a quase imprescindível penitência financeira."

Foi assim que em Abril do ano passado comentei a possibilidade de Quaresma regressar ao Sporting, num post que intitulei "penitência por Quaresma". Hoje, quando se volta a falar no seu possível regresso, (numa operação muito parecida com a que trouxe Jardel, despachando pesos mortos por um jogador influente) voltaria a dizer a mesma coisa. 

p.s.- do post aludido recomendo a leitura do último parágrafo, premonitório...

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Godinho Lopes à RTP1: as (não) novidades

foto DN
Só hoje tive oportunidade de ver a entrevista concedida ontem por GL à RTP. Esta acabou por estar na linha das concedidas anteriormente, deixando expressa a vontade do presidente do Sporting em mostrar serviço, do muito que é necessário para arrumar a casa, numa clara tentativa de aproximação a todas as franjas do clube, procurando demonstrar que se está a trabalhar no Sporting.

Considero a postura de GL  compreensível, face às circunstâncias. Se tivesse oportunidade de lhe dirigir pessoalmente dir-lhe-ia que a mobilização dos sócios tanto se faz galvanizando-os com a promessa de uma equipa competitiva, e de um clube mais organizado no futuro próximo, mas também sem abdicar da assumpção realista das dificuldades que tem pela frente, em particular daquelas que são inerentes à difícil situação em que encontrou o clube.

Não se pode dizer que o afastamento de Couceiro do cargo de director geral possa ser considerado uma surpresa mas acabou por constituir a grande novidade da noite. O mesmo não se poderá dizer da rescisão de Stojkovic, que constitui apenas a consumação de um divórcio várias vezes anunciado, praticamente desde a sua chegada.O futebolista ainda em competição que já está contratado tanto poderá ser Santiago Árias, lateral-direito que está em Toulon com a sua selecção, Rinaudo, que luta com a sua equipa para não descer como outro, embora tudo leve crer que se trate do argentino. Sobre estas duas aquisições falarei posteriormente.

Não posso deixar de considerar que a saída de Couceiro acaba por ser uma forma lamentável para encerrar um ciclo de sacrifício pessoal  e profissional e após escassos seis meses de em que o ex-director e ex-treinador foi apanhado num vortex de uma turbulência altamente destrutiva que assolou o clube, e que se espera tenha sido definitivamente interrompido.

A confirmação de que Luís Duque será o responsável da Academia Sporting acaba por ser uma não-novidade. Por inerência de funções o vice-presidente para a área do futebol tem que o ser, inevitavelmente. Fica assim por anunciar quem poderá ser o homem que no dia-a-dia e no terreno terá a missão de fazer cumprir o que o actual CD preconiza para este sector vital do clube. Isto porque não creio ser possível e muito menos desejável que esse cargo não seja preenchido, tendo em conta que Luís Duque não tem apenas a seu cargo TODO o futebol do Sporting. Acumula ainda funções executivas na C.M. de Sintra.

P.S.- Tendo em conta estes acertos será Couceiro e/ou Hermínio Loureiro o substituto de Luís Duque na lista de Seara para a FPF, de que há muito se fala ?

quinta-feira, 9 de junho de 2011

A escassez de dinheiro é um desafio olimpico

Causou algum alvoroço a noticia do corte de 10% nas verbas para o atletismo. Pessoalmente interessa-me perceber, acima de tudo,  o que pode significar o corte na competitividade da modalidade e que modelo seguir para que ela pode ser sustentável. Mas avanço já que um corte de 10% não me parece merecer o barulho, tendo em conta a conjuntura.

Devo dizer que me parece uma falsa questão, to say the least, o facto de Moniz Pereira ter sido o mandatário de GL nas anteriores eleições e o seu infelizmente inevitável  afastamento (a ocorrer mais tarde ou mais cedo) contribuir para o desinvestimento na modalidade ou, pior, o fim da sua relevância para o clube. A única forma de honrar as décadas de dedicação e de glória do do Senhor Atletismo é fazer pelo menos tão bem como ele soube fazer. É difícil mas é um bom desafio, diria uma obrigação de todos nós.

É precisamente na sustentabilidade da modalidade que me concentro, porque julgo estar aqui o principal desafio. O Atletismo dificilmente atrai patrocínios directos para o clube. A dificuldade começa logo no facto de, num ano de competições, os atletas contratados usam as camisolas do clube em 2 ou 3 ocasiões. Nas restantes, nos meetings internacionais, competem com as camisolas dos patrocinadores, cujos contratos revertem em exclusivo para os atletas,  ou com a camisola da selecção. 

E também não deixa de ser verdade que os Sportinguistas em geral só se lembram dos seus atletas quando eles ganham e, mesmo nos campeonatos nacionais ou, como por exemplo, quando disputamos a Liga dos Campeões da modalidade, poucos mais aparecem do que os familiares e equipas técnicas.

Por outro lado a importância do Atletismo na história do nosso clube e os nossos pergaminhos na modalidade obrigam-nos a não só a estar sempre presentes mas também a ganhar, que é o que tem acontecido quase sempre, de há muitos anos para cá. Sabemos que é difícil manter esta hegemonia, pela pressão exercida pelo SLB, que, nos nossos calcanhares, não tem hesita pagar o que for preciso para ter um caneco. O FCP fez algo semelhante, no seu jeito peculiar de ganhar a qualquer preço. Para tal não hesitou em importar contentores de atletas de leste, pondo em causa a competitividade nacional em J.O., que foi previdentemente atalhado pela Federação. 

Quando falamos de verbas para o atletismo, nunca é demais lembrar que 50% do passe do Tiuí davam para pagar meia temporada no atletismo. Ou que o empréstimo de Caicedo mais ordenados pagariam uma época inteira, grosso modo. Sintetizando, as sobras que caem da mesa do futebol davam para muitos saltos em comprimento na sustentabilidade das modalidades, que não apenas do atletismo.

Sempre defendi que o Sporting deveria liderar um movimento que defendesse os interesses dos clubes, encontrando estratégias concertadas que racionalizem os custos. Mas também me parece que até agora não  tem tido interlocutores do outro lado da linha. E dificilmente os terá, pelo menos enquanto os nossos adversários acharem que nos podem vencer porque estão por cima de nós na disponibilidade financeira.

Resta-nos prosseguir o nosso caminho, fazendo a nossa própria racionalização, de forma a que não ponhamos em causa o futuro, sabendo distiguir positivamente aqueles que são apenas atletas, levantem-se eles cedo ou tarde da caminha, e os que são já símbolos vivos do Sporting. E também estou certo que, também aqui, tal como no futebol, é possível fazer muito melhor com os meios já à disposição.

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